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Brasil Maior injeta ânimo na economia


3 agosto 2012 - 14:24

O fomento ao setor industrial brasileiro é a pauta do momento do Palácio do Planalto. Anunciado recentemente pelo governo federal, o plano Brasil Maior gera expectativas por parte dos segmentos envolvidos no processo, notadamente a indústria.

O tema crescimento industrial e desenvolvimento nacional é uma bandeira volta e meia levantada por governantes brasileiros, em diversos momentos de nossa história, remontando ao surgimento do Estado brasileiro, ainda sob a égide do sistema monárquico.

Agora é a vez de a presidente Dilma Rousseff apresentar também o seu plano desenvolvimentista. Independentemente de matizes meramente políticas e fisiologismos partidários que sempre motivam empreitas como tais, o momento parece ser oportuno mesmo para uma arrancada de tal porte.

Da epopéica Era Mauá, com o surto industrial experimentado ainda no Império, passando por Vargas e Juscelino Kubitschek, na primeira metade do século XX, e pelos governos militares da Ditadura dos anos 60 e 70, aos dias atuais, o Brasil experimentou ciclos de crescimento industrial e pode sonhar, mesmo que com brevidade, com um desenvolvimento que nunca chegou de fato a nos alçar a patamares de nação de Primeiro Mundo.

Hoje, com a economia revitalizada, o plano Brasil Maior promete alavancar a indústria nacional e dotar nossas empresas de maior competitividade frente ao mercado externo. Dentre suas principais diretrizes o plano implementa medidas de incentivo à produção, com desonerações tributárias, além de estimular o investimento, o comércio exterior e as exportações. Prevê ainda investimentos nas áreas de tecnologia e inovação.

Os empresários estão vendo com otimismo as medidas. Para eles, o pacto sinaliza uma resposta do governo sobre os fatores que implicam no chamado custo Brasil.

O fato é que nosso país ainda continua sendo um exportador de produtos primários e comodites. A indústria nacional de bens de consumo não consegue competir positivamente com os similares importados. O plano pretende justamente reduzir essa defasagem, dando competitividade à indústria interna.

Entre as medidas contempladas estão a devolução de PIS/Cofins aos exportadores de produtos manufaturados, a criação de um fundo de financiamento à exportação, um projeto de desoneração da folha de pagamento nos setores com mão de obra intensiva, além de regime tributário especial para o setor automotivo.

O plano deverá refletir positivamente em Goiás e injetar mais ânimo numa economia que já vem se destacando no cenário nacional, num crescente contínuo nestes últimos anos. Os índice e indicadores econômicos apontam nosso estado dentre os que mais cresceram na última década. Vivemos, portanto, um momento de expansão da nossa produção interna. Agora, é continuar trabalhando duro e saber tirar proveito das novas medidas implementadas por Brasília.

José Vitti
Deputado Estadual e Presidente da Comissão de Minas e Energia da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás.
Presidente do Sindicato das Indústrias de Calcário, Cal e Derivados do Estado de Goiás, Tocantins e Distrito Federal (Sininceg).
Presidente da Câmara Setorial de Mineração, da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (FIEG).
Membro da Associação Brasileira dos Produtores de Calcário Agrícola (Abracal).
Vice-Presidente da Comissão dos Direitos da Criança e do Adolescente.
Agente de Proteção do Juizado da Infância e da Juventude de Goiânia.

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